Os dados foram revelados, sexta-feira, por Luciano Cedillo, director do Instituto Nacional de Antropologia e História, durante a assinatura de um acordo com o procurador-geral da República mexicano, Daniel Cabeza de Vaca, visando a investigação dos crimes contra o património cultural. De acordo com o responsável, o convénio constitui o primeiro passo para a criação de uma polícia especializada em delitos daquela natureza. O acordo prevê a criação de mecanismos de comunicação que permitam torn ar mais expedita a prevenção e o combate aos crimes contra monumentos arqueológicos, históricos e paleontológicos. Propõe ainda a realização de cursos e conferências destinados a aumenta r os conhecimentos dos investigadores criminais sobre o património cultural.
Fonte: SOL / Lusa |