POLÍCIA JUDICIÁRIA COM MATERIAL CONTRA FURTO DE OBRAS DE ARTE DA DIGITRACE
2007-07-19
A DIGITRACE apresentou o seu processo de marcação de obras de arte e objectos de valor à Directoria de Lisboa e Brigada de Obras de Arte, no dia 19 de Julho. Nessa mesma ocasião, a DIGITRACE entregou material de verificação à Polícia Judiciária, estreitando assim os laços de colaboração no sentido da prevenção criminal no que diz respeito aos furtos de arte.  
  
Após oito meses de actividade em Portugal e dando continuidade às relações já existentes entre a DIGITRACE em França com a Police Nationale, a Gendarmerie e a Interpol, o Sr. Vincent Peyronnet -criador do processo DIGITRACE- esteve em Portugal para explicar aos agentes da Brigada de Arte da Directoria de Lisboa e ao Departamento de Investigação Criminal de Setúbal a natureza da colaboração da DIGITRACE com os serviços estrangeiros acima referidos e responder às perguntas dos operacionais portugueses que lutam contra o furto e o tráfico ilícito de obras de arte.  
  
Esta apresentação decorreu no Instituto Superior da Policia Judiciária e Ciências Criminais, a 19 de Julho, e os agentes puderam ver a aplicação do processo sobre diversas peças do Museu e Arquivo Histórico da Policia Judiciária. Os operacionais da Brigada de Arte e os agentes da Directoria de Lisboa e do Departamento de Investigação Criminal de Setúbal questionaram a DIGITRACE sobre assuntos de ordem técnica referentes ao trabalho de marcação dos objectos e foram esclarecidos sobre as vantagens deste processo do ponto de vista legal, nomeadamente como elemento de prova, a sua verificação rápida e que não necessita da manipulação das peças em causa.   
  
No final da sessão, a DIGITRACE entregou material de verificação à Brigada de Arte da Directoria de Lisboa e explicou a sua utilização. 
  
Em França, mais de 15.000 obras de arte e objectos de valor estão marcados com o processo DIGITRACE em casas particulares e mais de 50 museus em França e Bélgica utilizam este material de marcação. Em Portugal, a DIGITRACE tem menos de 10 clientes particulares, com cerca de duas centenas de objectos e já apresentou ou marcou peças em cerca de 20 instituições portuguesas, entre museus, fundações e misericórdias. 
  
Fonte: DIGITRACE
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