O encontro da Digitrace coincidiu com a apreensão por parte da Brigada de Arte, na véspera, de obras de arte supostamente falsas, que iam ser leiloadas. Os membros da Brigada de Arte da PJ do Porto ficaram a conhecer o processo desenvolvido pela Digitrace de marcação e identificação de obras de arte. Este processo inovador e confidencial tem por objectivo salvaguardar o património móvel de particulares e instituições, permitindo, em primeiro lugar, aos serviços de investigação reencontrarem um objecto furtado graças à realização do B.I. da peça onde estão referenciados os elementos pertinentes de identificação e, em segundo lugar, permitindo distinguir o verdadeiro do falso, o original da sua cópia, um objecto determinado por entre outros do mesmo tipo. Num espírito de importante cooperação entre a Polícia e o sector privado, a Brigada de Arte do Porto deverá receber, em breve, um kit de verificação que lhe possibilitará confirmar as marcas efectuadas sobre os objectos pela Digitrace, no âmbito das suas actividades de investigação, assim como já sucedeu com a Brigada de Arte de Lisboa, e com a "Gendarmerie" e a "Police Nationale" em França. Fonte: DIGITRACE |