O CABIDO da SÉ DE ÉVORA é a primeira instituição religiosa a assinar com a DIGITRACE o Protocolo de Serviços que permite à instituição signatária marcar previamente uma peça antes de ser cedida para uma entidade terceira, com o processo de identificação e marcação de segurança da DIGITRACE. Os custos da marcação são suportados pela instituição requerente, assim como sucede geralmente com outros custos, como os de embalagem, transporte, seguro e mesmo de restauro, quando necessário. A partir de agora, as paróquias da Arquidiocese de Évora e, em particular, as afectas ao CABIDO de ÉVORA, por muito isoladas e vulneráveis que estejam, poderão ver as suas peças de arte e devoção marcadas pelo processo DIGITRACE no quadro da política de mobilidade da Arquidiocese de Évora. Este processo é confidencial na medida em que a ficha de identificação manuscrita, que descreve a peça e a localização das marcas de segurança a tinta invisível, microetiquetas codificadas e microchips, assim como o dossier fotográfico em rolo serão entregues ou ao Pároco ou na Vigararia, segundo os casos.
O CABIDO da SÉ DE ÉVORA prevê inaugurar o Museu de Arte Sacra no final de 2008. Actualmente, a Arquidiocese de Évora está a inventariar todo o seu património, utilizando os produtos da SISTEMAS DO FUTURO, parceira da DIGITRACE no projecto comum de integração do processo de marcação de segurança DIGITRACE nos produtos InArte e InPatrimonium Plus, com o propósito de permitir a emissão de uma ficha de identificação que reúna toda a informação da ficha de inventário que seja pertinente para os serviços de investigação, em caso de furto de uma peça. Fonte: DIGITRACE |