O Museu Nacional de Arqueologia acolheu um conjunto de técnicos e directores de museus portuguesas, entre os quais membros do próprio Museu Nacional de Arqueologia, do Museu Nacional de Arte Antiga, do Museu Nacional do Traje, do Museu da Música, da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, do Palácio Nacional de Mafra e do Palácio Nacional de Queluz para uma sessão de apresentação do processo de marcação de segurança DIGITRACE, no dia 4 de Junho. A sessão compreendeu uma nota sobre o fenómeno do furto e tráfico ilícito de obras de arte, no Mundo e em Portugal, onde o furto conheceu um aumento de cerca de 160% entre 2004 e 2005 (estatísticas INTERPOL disponíveis), principalmente pelo aumento de furto a mobiliário e a objectos religiosos. Depois de se analisar os diferentes tipos de marcação utilizados em obras de arte, demonstrou-se a capacidade da resposta da DIGITRACE em conciliar o factor de segurança, com inocuidade e discrição. A sessão foi completada com técnicas de marcação e de verificação utilizando os produtos DIGITRACE, que foram experimentados pelos técnicos e directores dos diferentes museus portugueses presentes. Entre as soluções desenvolvidas pela DIGITRACE para as instituições (museus, fundações, câmaras municipais, dioceses e paróquias, Santas Casa da Misericódia) encontram-se: 1- A marcação de segurança – que permite substituir os métodos clássicos de marcação pelo processo e produtos DIGITRACE, conjugando a marcação de inventário com os elementos de marcação de segurança (tinta invisível e microetiquetas); 2- A traçabilidade das obras de arte – que permite criar uma relação física entre uma peça marcada por microchip com a grande generalidade dos sistemas de inventariação, aumentando flexibilidade e rapidez no tratamento informático e gestão das obras; 3- O protocolo de serviços de marcação – que permite marcar preventivamente peças cedidas para exposições a entidades que as requeiram, sendo uma forma muito interessante e gratuita para a instituição que cede a peça de garantir o seu correcto regresso. O Instituto dos Museus e da Conservação adquiriu para o Museu Nacional de Arqueologia e para os restantes museus sob a sua tutela os produtos de marcação e verificação DIGITRACE, para permitir que as diferentes colecções públicas nacionais possam, a partir de agora, ser equipadas por elementos suplementares de segurança. Fonte: DIGITRACE |