A actual administração do Banco Português de Negócios (BPN), liderada por Francisco Bandeira, realizou um levantamento das obras de arte que fazem parte do património artístico do BPN, e descobriu que faltam diversos quadros num valor global de 2,5 milhões de euros. Segundo o Correio da Manhã, entre essas obras encontram-se dezenas de quadros de Miró, Picasso, Vieira da Silva, e outros. Sobre alguns desses quadros, nomeadamente quatro de Vieira da Silva, suspeita-se que estejam na posse de ex-responsáveis do banco. Ontem, durante a apresentação das contas, a administração anunciou que o banco tem um ‘buraco’ financeiro de 1,6 milhões mil milhões de euros e registou um resultado financeiro negativo, em 2008, de 575,2 milhões. Segundo a administração do BPN, a Caixa Geral de Negócios já injectou no banco mais de 2,5 mil milhões de euros para ajudar a liquidez da instituição. Outra das revelações feitas ontem foi o aumento de custos com pessoal (132,3 milhões de euros), um aumento de 29 por cento que se deve a prémios, salários e a regularizações de vínculos laborais com responsáveis de administrações anteriores, como o montante de 10 milhões de euros que foi pago a Miguel Cadilhe. Fonte: SOL (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=137218) |