EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA NA FUNDAÇÃO GULBENKIAN INTEGRA OBRAS MARCADAS PELA DIGITRACE
2010-02-04
Uma exposição internacional dedicada ao tema da pintura de Natureza-morta na Europa – “a primeira do género a realizar-se em Portugal”, segundo o comunicado da Fundação Gulbenkian, vai ser inaugurada no próximo dia 11 de Fevereiro às 18h30.
  
 Esta exposição apresenta-se em duas partes, segundo a mesma fonte, sendo a primeira constituída por 71 pinturas dos séculos XVII e XVIII, e que estará aberta ao público entre 12 de Fevereiro e 2 de Maio. A segunda parte, dedicada à produção dos séculos XIX e XX está prevista para 20 de Outubro de 2011.
  
 A exposição irá explorar os temas recorrentes da natureza-morta ao longo de quatro séculos de história: naturezas-mortas com frutos, caça, cozinhas e mesas de banquete, pintura de flores, instrumentos musicais, gabinetes de curiosidades, Vanitas e obras em trompe-l’oeil. Integram a exposição obras de autores que cultivaram este género, como Juan Sanchéz Cotán, Juan van der Hamen, Pieter Claesz, Juan Zurbarán, Rembrandt van Rijn, Antonio de Pereda, Nicolas Largillièrre, Jean-Baptiste Oudry e Francisco de Goya.
  
 As obras provêm de várias colecções privadas e de museus como a National Gallery of Art de Washington, o Metropolitan Museum de Nova Iorque, o Museu do Louvre, o Museu do Prado, o Rijksmuseum de Amesterdão, o Mauritshuis de Haia, a National Gallery de Londres, o Fitzwilliam Museum de Cambridge, entre tantos outros.
  
 A DIGITRACE procedeu à marcação preventiva de segurança de duas das duas pinturas barrocas patentes nesta exposição, importantes no contexto da pintura portuguesa do séc. XVII, no quadro do protocolo de mobilidade segura das obras de arte estabelecido com a instituição que as possui.
  
 Fontes: DIGITRACE e Fundação Calouste Gulbenkian
 (http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=160&article_id=2310)
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